sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Da inocência


Como um sinal de vida
Ao encontrar respostas
Permaneço cada vez mais calada
...Um tremor dentro de mim
Posso ver o que é?
...Pecados.
Voltaram do passado para me atormentar
Entorpecendo-me como drogas.
...Nada mais do que a própria consciência
Todos estão sujeitos a passar por isso.
Como um reflexo
Eu pergunto a todos que vejo
Por que meu coração se tornou tão vazio?
Talvez pelos medos escondidos
Tendo ouvido tudo de cabeça baixa
Aos prantos á todo momento
Como se a culpa estivesse entranhada
Em minha alma
Mesmo ao dar um sorriso
Mas aos espíritos maus não darei
Uma gota de meu sofrimento
Lanças de fúria não me ferem mais
Apenas atravessam minha alma;intacta
Porque toda criança cresce
Fortificando-me em teu asco
Arranjei forças para encarar
A vigilância gratuita
Olhando para sí próprio
Não me estenderia a mão,
Agressividade gratuita
Que lhe respondo com o silêncio,
Meu mais nobre sentimento,
Que não será contido no papel,
Para a viagem ao engradecimento.

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